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BREVES: Cultura

Redação, 22 jun (Lusa) – Notícias breves de Cultura:

 


Mário Cláudio em Abrantes


 


O escritor Mário Cláudio apresenta na terça-feira às 21:30 na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, o seu livro, “O fotógrafo e a rapariga”, anunciou hoje a câmara local.


Segundo as Publicações D. Quixote, que chancelam a obra, trata-se de “uma pequena ficção sobre o autor de ‘Alice no País das Maravilhas’, Lewis Caroll”.


Os protagonistas de “O fotógrafo e a rapariga” são o britânico Charles Dodgson, que se celebrizou com o pseudónimo literário de Lewis Carroll, e Alice Lidell, a rapariga que o inspirou, “posando provocadoramente para os seus retratos e alimentando as suas fantasias”, afirma a editora.


A obra foi editada em fevereiro último, concluindo Mário Cláudio uma trilogia dedicada às relações entre pessoas de idades muito diferentes, iniciada em 2008 com “Boa noite, senhor Soares”, em que recriou o microcosmo do “Livro do Desassossego”, e continuada, no ano passado, com “Retrato de rapaz”, o relato ficcionado da vida de um discípulo no estúdio do pintor Leonardo da Vinci”.


 


 


Mais de 10.000 pessoas visitaram a exposição sobre Josefa d’Óbidos


 


A exposição “Josefa de Óbidos e a Invenção do Barroco Português”, patente desde o dia 15 de maio no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, foi visitada por “mais de 10.000 pessoas”, divulgou hoje a organização.


O Museu justifica que esta revisitação da obra da artista visa “mostrar a um novo público as suas pinturas, muitas em coleções privadas, e voltar a interrogar essas obras à luz dos contributos críticos entretanto colhidos, em exposições nacionais e internacionais, onde a presença da pintora foi particularmente forte”.


A exposição é comissariada por Joaquim Oliveira Caetano, Anísio Franco, e José Alberto Seabra Carvalho, e está patente no museu da rua das Janelas Verdes, até 06 de setembro.


 


 


Fernando Pessoa por Norberto Nunes no parlamento


 


No museu da Assembleia da República está patente uma exposição de pintura “Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou”, de Norberto Nunes, inspirada em poemas de Fernando Pessoa.


As telas de Nunes registam “a expressão plástica de cada poema, cada frase, cada mensagem que Fernando Pessoa nos deixou, através dos pinceis como extensão desse legado, segundo um comunicado da Assembleia da República.


A mostra é constituída por “mais de cem telas” e estará patente até 30 de setembro.


Norberto Nunes estudou pintura na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa, tendo sido em simultâneo, discípulo de Roberto Araújo, na Sociedade Nacional de Belas Artes, também na capital.


“O início da sua carreira é marcado pelo desenho animado e ilustração infantil, áreas em que publicou várias obras”, segundo a mesma fonte.


Trabalhou no Brasil e regressou em 1977 a Portugal, e a partir de 1988 dedica-se em exclusivo à pintura, que “nos últimos anos, conjugou com a escultura”.


O artista plástico já expôs em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente em Paris, Roma, Madrid, Nova Iorque, Barcelona e Rio de Janeiro, onde, a partir de 2001, iniciou “uma extensa e variada obra fundamentada em Fernando Pessoa”.


 


NL(AG)


Lusa/Fim

Author: Boss

Autoria: Lusa / Notícias
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