Lusa

Almanaque Lusa – 22 de junho

Lisboa, 22 jun (Lusa) – Hoje é segunda-feira, 22 de junho, centésimo septuagésimo terceiro dia do ano e Dia Mundial do Carocha. Faltam 192 dias para o final de 2015.

Este dia é dedicado a São Tomás More, mártir, e a São João Fisher, mártir.


Nos céus, a Lua encontra-se na Fase Crescente. Quarto Crescente, dia 24, às 12:03.


O Sol nasce às 06:12 e o ocaso regista-se às 21:05.


No porto de Lisboa, a preia-mar verifica-se às 07:49 e 20:01, a baixa-mar às 01:23 e 13:32.


Caranguejo é o signo dos nascidos nesta data, destacando-se o escritor inglês H. Rider Haggard (1856), o cineasta norte-americano de origem alemã Billy Wilder (1906), o tenor britânico Peter Pears (1910), a atriz Meryl Streep (1949).


Nesta data, em 1921 era inaugurado o Parlamento (Sinn Fein) na Irlanda do Norte. Em 1940, o Governo do marechal Pétain assinava a rendição ao exército alemão de Hitler. Em 1941, as forças nazis invadiam a URSS.


Em 1963, era inaugurada a Ponte da Arrábida, no Porto. Em 1976, o Canadá abolia a pena de morte. Em 1980, a URSS anunciava o envio de tropas para o Afeganistão. Em 1981, o Parlamento espanhol aprovava a lei do divórcio. Em 1983, o Escudo português era desvalorizado em 12 por cento.


Em 1984, morria o cineasta britânico Joseph Loosey. No mesmo dia, o holandês Joseph Luns deixava o cargo de secretário-geral da Nato, funções que desempenhara durante 13 anos. Em 1987, morria o ator e bailarino Fred Astaire, 88 anos.


Em 1988, Portugal, Moçambique e a África do Sul assinavam o acordo sobre a barragem de Cahora Bassa. Em 1989, José Eduardo dos Santos e Jonas Savimbi assinavam a declaração de princípios que previa o acordo de cessar-fogo em Angola, em Gbadolite, Zaire.


Em 1992, morria o escritor de origem romena Virgil Gheorghiu,75 anos, autor de “A 25ª Hora”. Em 1993, os EUA abriam a Embaixada em Luanda. Em 1994, o Conselho de Segurança das Nações Unidas dava luz verde à França para a intervenção no Ruanda. Em 1995, o primeiro-ministro britânico John Major demitia-se da liderança do partido Conservador, anunciando, simultaneamente, que se recandidataria ao cargo.


Em 1997, era comunicada a descoberta de ovos de dinossauro, na Lourinhã. Em 1998, o general Garcia dos Santos abandonava a presidência da Junta Autónoma das Estradas. Em 1999, o Vaticano autorizava o processo de beatificação dos pastores de Fátima, Jacinta e Francisco. Em 2001, o ministro português das Finanças, Pina Moura, anunciava o plano de emergência, que constava de 50 medidas destinadas a combater os desperdícios no Estado.


Em 2003, recomeçavam as exportações de petróleo iraquiano. Na Rússia, o Governo fechava a emissora de televisão TVS, último canal independente do país. No mesmo dia, morria o escritor bielorrusso Vassil Bykov, 79 anos, autor de “Os Mortos Não Sofrem”.


Em 2004, era atingido o acordo sobre o texto do Tratado Constitucional Europeu, na Cimeira de chefes de Governo, em Bruxelas. E o primeiro-ministro português, Durão Barroso, dizia-se indisponível para uma candidatura à presidência da Comissão Europeia.


Em 2005, o neurologista português António Damásio era distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias. E morria Vivian Joseph, 89 anos, violoncelista britânica, fundadora dos London Mozart Players.


Em 2006, o Parlamento aprovava, na generalidade, a Lei da Programação Militar. E o primeiro-ministro timorense Mari Alkatiri recusava demitir-se, enquanto o presidente Xanana Gusmão ameaçava resignar e o ex-ministro do Interior Rogério Lobato ficava sob prisão domiciliária.


Em 2007, a Casa da Música, no Porto, recebia, em Londres, o Prémio Europeu do Instituto Real Britânico de Arquitectos. Morria em Pequim, com 80 anos, o jornalista, político e tradutor Chen Hui, intérprete de Mao Tsé-tung e de Zhou Enlai na década de 1960.


Em 2008, a passagem do tufão Fengshen pelas Filipinas, que causa também o naufrágio de um ferry com 750 pessoas a bordo, provocava centenas de mortos.


Em 2013, a Universidade de Coimbra era classificada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) Património Mundial da Humanidade. O antigo ciclista alemão Jan Ullrich, vencedor da Volta a França em 1997, admitia pela primeira vez ter recorrido ao uso de doping, numa entrevista pela revista Focus.


 


Lusa/Fim.


 

Author: Boss

Autoria: Lusa / Notícias
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